quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

PREVENÇÃO CONTRA O AEDES AEGYPTI

Qual a origem do mosquito Aedes Aegypti?
A. aegypti é originário do Egito. A dispersão pelo mundo ocorreu da África: primeiro da costa leste do continente para as Américas, depois da costa oeste para a Ásia.

DOENÇAS TRANSMITIDAS
Dengue
Além de ser a mais comum no Brasil, é também a mais grave entre as três patologias. Com curso de aproximadamente sete dias, pode causar febre alta, dores de cabeça, principalmente atrás dos olhos, dores no corpo, fraqueza, prostração, manchas e coceira na pele. “Nos quadros mais graves podem ocorrer fenômenos hemorrágicos.”
Casos extremos a dengue pode levar ao óbito, por choque, ou hemorragia.

Febre chikungunya
Foram 1.688 casos confirmados até abril. Ela pode ser transmitida, também, pelo Aedes albopictus, mosquito presente na área rural. O sintoma mais característico, além dos que são comuns à dengue, é a dor intensa nas articulações. De acordo com a professora, a dor pode durar semanas, ou em casos mais graves tornar-se crônica. “A chikungunya é menos grave que a dengue, no entanto em cerca de 20% dos casos as dores podem persistir por anos. Isso causa uma dificuldade de movimentação, o que tem grande impacto na vida do paciente”, esclarece.

Zika
Por sua vez, é a que apresenta, na maioria das vezes, o quadro mais brando. Os sintomas, semelhantes aos da dengue e da chikungunya, duram em torno de cinco a sete dias. Pode causar a microcefalia.


Prevenção, diagnóstico e tratamento
A prevenção, em todos os caos, está ligada a evitar o contato com o mosquito. Medidas já conhecidas, como não deixar água acumulada em latas, pneus, vasos de plantas, entre outros, se assegurar de que a caixa d’água está bem tampada e limpar calhas, previnem a formação de criadouros do mosquito.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A alma no mundo

Resultado de imagem para a alma no mundoQuando você conseguir superar problemas graves não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida. 

Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo. 

Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés. 

Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. 

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. 
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida. 

A sabedoria superior tolera, a inferior julga; 
a superior alivia, a inferior culpa; 
a superior perdoa, a inferior condena. 
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
Chico Xavier

sábado, 2 de janeiro de 2016

Carta de Ano Novo

Ano Novo é também oportunidade de aprender, trabalhar e servir. O tempo como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para necessária ascensão.
Lembra-te de que o ano em retorno, é novo dia a convocar-te para a execução de velhas promessas que ainda não tivestes a coragem de cumprir.
Se tens inimigos faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.
Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.
Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.
Se a tristeza te requisita esquece-a e procura a alegria serena da consciência tranquila no dever bem cumprido.
Ano Novo! Novo Dia!
Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.
Recorda que há mais ignorância que maldade em torno de teu destino.
Não maldigas nem condenes.
Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.
Não te desanimes nem te desconsoles.
Cultiva o bom ânimo com os que te visitam dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.
Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: - Ama e auxilia sempre. Ajuda aos outros amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.
Pelo Espírito Emmanuel
XAVIER, Francisco Cândido. Vida e Caminho. Espíritos Diversos. GEEM.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Parábola Os Trabalhadores da Última Hora

            A parábola nos faz refletir sobre diversos temas que poderíamos abordar. Mas o que está muito claro e é muito curioso, é quando fala dos trabalhadores que foram trabalhar na “vinha”. Onde seria a vinha? Deus, segundo a Doutrina Espírita tem várias vinhas, mas a parábola se refere a nossa vinha, nosso planeta Terra, onde estão plantadas as vinhas de Deus, ou seja, seus filhos, nós. “Jesus, empregava a simplicidade dos símbolos em sua linguagem”, assim disse Constantino, o Espírito Protetor que nos fala no Evangelho, e podemos comprovar essa simbologia quando lemos outras de suas parábolas.
              Bom, voltemos à vinha! O Reino dos Céus contratou trabalhadores para que trabalhassem nessa vinha, porque elas precisam ser regadas e que tratem o solo, para quando vierem frutos elas estejam fortes e tenham frutos doces. A parábola diz que esses trabalhadores terão um dia, que para nós significa um ciclo de mudança na terra. De acordo com essa ideia, porque lembram-se, estamos desmistificando uma parábola de Jesus; os trabalhadores da primeira hora foram Moisés, os Profetas e os Espíritos superiores que reencarnaram para iniciar as diversas etapas do progresso. Eles foram os porta-vozes da Espiritualidade. Depois, ainda cita que na segunda hora foram os primeiros mártires, aqueles que deram a sua vida pelo Cristianismo: os apóstolos, os sábios, os filósofos, Pais da Igreja, como Santo Agostinho; que nos deixaram grandes ensinamentos. Depois o Reino dos Céus chamou na terceira, na sexta e na nona hora do dia mais trabalhadores, que são aqueles que vieram a Terra para continuar a obra que já tinha sido iniciada. Dentre esses trabalhadores podemos citar Rousseau, Pestalozzi e Kardec. Todos eles vieram e deram continuidade a obra segundo a vontade de Deus.
              E agora? Quem são os trabalhadores da última hora? São os Espíritas, “que foram anunciados e profetizados desde a vinda de Jesus”, e não são palavras minhas, são palavras do Evangelho. Todos vocês vieram quando foram chamados, uns mais cedo, outros mais tarde, para vivenciar a reencarnação que estão vivendo agora. Mas há quantos séculos o Senhor os está chamando para trabalhar em Sua vinha, sem que aceitemos o convite? Mas agora chegou o momento! Se quisermos receber o salário, devemos empregar bem esta hora que nos resta.
              Devemos dar continuidade ao trabalho realizado pelos nossos antecessores. Muitos daquela época revivem hoje, ou reviverão amanhã para completar a obra que já haviam iniciado. Quando a parábola fala que “os últimos serão os primeiros”, nos traz o grande ensinamento de que a vida continua. Entre nós encontram-se muitos profetas, discípulos do Cristo, enfim, muitos propagadores da fé cristã; que estão mais esclarecidos e mais adiantados e vieram trabalhar na cúpula do edifício e não mais na base. Nunca se esqueçam de que a existência, por mais longa que possa parecer, não passa de um momento muito breve na imensidade dos tempos que formam, para nós, a eternidade.
              Muitas revoluções morais e filosóficas surgem e surgirão em todos os pontos da terra. Pois estamos na última hora! A tempestade está sobre nós a fim de reduzir ao nada as perversidades terrenas. O Velho Mundo deve ser deixado para trás, para que as gerações futuras tenham conhecimento como lenda, assim como nós conhecemos, vagamente, os tempos da civilização pagã. Portanto, meus amigos armem-se de decisão e de coragem! Mãos a obra! A terra já está preparada, as vinhas precisam frutificar, para quando entrarmos num Mundo de Regeneração as uvas serem colhidas, e essas uvas precisam ser doces. Meus amigos, vamos trabalhar juntos, demonstrando e ensinando a verdadeira caridade. Amar ao próximo sem interesse pessoal. Vamos fazer com que a Lei de Deus triunfe. Tenham fé, porque não estamos sós!
              Que todos nós, a partir desse momento, possamos refletir sobre nossas ações. O que estou fazendo? O que posso fazer? Temos muitos irmãos aqui na terra com muita vontade de trabalhar, então que possamos unir nossos esforços para que o Senhor encontre sua obra terminada quando chegar.
Que Deus nos ampare e nos fortaleça! Assim seja! Graças a Deus!

Autora: Aline Maria Ramos de Carvalho
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Perdoar

Sim, deves perdoar! Perdoar e esquecer a ofensa que te colheu de surpresa, quase dilacerando a tua paz. Afinal, o teu opositor não desejou ferir-te realmente, e, se o fez com essa intenção, perdoa ainda, perdoa-o com maior dose de compaixão e amor. 

Ele deve estar enfermo, credor, portanto, da misericórdia do perdão. 
Ante a tua aflição, talvez ele sorria. A insanidade se apresenta em face múltipla e uma delas é a impiedade, outra o sarcasmo, podendo revestir-se de aspectos muito diversos. 

Se ele agiu, cruciado pela ira, assacando as armas da calúnia e da agressão, foi vitimado por cilada infeliz da qual poderá sair desequilibrado ou comprometido organicamente. Possivelmente, não irá perceber esse problema, senão mais tarde. 

Quando te ofendeu deliberadamente, conduzindo o teu nome e o teu caráter ao descrédito, em verdade se desacreditou ele mesmo. 
Continuas o que és e não o que ele disse a teu respeito. 

Conquanto justifique manter a animosidade contra tua pessoa, evitando a reaproximação, alimenta miasmas que lhe fazem mal e se abebera da alienação com indisfarçável presunção. 

Perdoa, portanto, seja o que for e a quem for. 
O perdão beneficia aquele que perdoa, por propiciar-lhe paz espiritual, equilíbrio emocional e lucidez mental. 

Felizes são os que possuem a fortuna do perdão para a distender largamente, sem parcimônia. 
O perdoado é alguém em débito; o que perdoou é espírito em lucro. 

Se revidas o mal és igual ao ofensor; se perdoas, estás em melhor condição; mas se perdoas e amas aquele que te maltratou, avanças em marcha invejável pela rota do bem.

Todo agressor sofre em si mesmo. É um espírito envenenado, espargindo o tóxico que o vitima. Não desças a ele senão para o ajudar. 

Há tanto tempo não experimentavas aflição ou problema - graças à fé clara e nobre que esflora em tua alma - que te desacostumaste ao convívio do sofrimento. Por isso, estás considerando em demasia o petardo com que te atingiram, valorizando a ferida que podes de imediato cicatrizar. 

Pelo que se passa contigo, medita e compreenderás o que ocorre com ele, o teu ofensor. 
O que te é Inusitado, nele é habitual. 
Se não te permitires a ira ou a rebeldia - perdoarás! 

A mão que, em afagando a tua, crava nela espinhos e urze que carrega, está ferida ou se ferirá simultaneamente. Não lhe retribuas a atitude, usando estiletes de violência para não aprofundares as lacerações. 
O regato singelo, que tem o curso impedido por calhaus e os não pode afastar, contorna-os ou para, a fim de ultrapassá-los e seguir adiante. 
A natureza violentada pela tormenta responde ao ultraje reverdescendo tudo e logo multiplicando flores e grãos. 
E o pântano infeliz, na sua desolação, quando se adorna de luar, parece receber o perdão da paisagem e a benéfica esperança da oportunidade de ser drenado brevemente, transformando-se em jardim. 

Que é o "Consolador", que hoje nos conforta e esclarece, conduzindo uma plêiade de Embaixadores dos Céus para a Terra, em missão de misericórdia e amor, senão o perdão de Deus aos nossos erros, por intercessão de Jesus?! 

Perdoa, sim, e intercede ao Senhor por aquele que te ofende, olvidando todo o mal que ele supõe ter-te feito ou que supões que ele te fez, e, se o conseguires, ama-o, assim mesmo como ele é. 

"Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes". Mateus: 18-22. 
"A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacifico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas". O Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap. X - Item 4. 

Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Florações Evangélicas